Por ser maio o mês das mães e estarmos ainda enternecidos em agradecer o dom da vida à pessoa que mais
nos ama, é interessante analisar dentro do ambiente corporativo ao qual pertencemos, se nossa empresa nos valoriza como uma mãe
desenvolvedoras das nossas potencialidades ou atua simplesmente como
uma mãe complacente.
Numa
corporação com horários e tarefas bem definidas, estrutura
organizacional compatível, ambiente agradável e respeitoso,
investimento em capacitação profissional, salário e benefícios
garantidos ao final do mês, sentimo-nos valorizados e nossa
motivação é esfuziante a ponto de nos sentirmos diretamente
responsáveis pelos sucessos e fracassos da empresa.
Defendemos
seu nome, e temos orgulho das suas conquistas, não queremos que se
envolva com empresas sem credibilidade, zelamos para que sua base
seja firme e que avance realizando feitos grandiosos, tendemos a
encarar a empresa como nossa e a estarmos sempre satisfeitos e
auto-motivados.
A
empresa moderna prima pela equação do equilíbrio. As instituições
têm sim obrigações para com seus colaboradores e estes têm
compromissos que vão além das atividades cotidianas. Espera-se da
empresa ambiente adequado, políticas de remuneração e promoção
bem definidas e ações internas que propiciem a inovação, a
criatividade e o desenvolvimento diuturno do colaborador.
Com
essa receita não será nenhuma surpresa que seus colaboradores sejam
proativos, auto-geridos e participativos em questões que vão além
da sua “caixinha funcional”, ou seja, que tenham compromisso full
time.
A
partir do auto equilíbrio funcional entre coorporação e colaborador
será possível que ambos, empresa e empregado superem a atividade
funcional e passem a contribuir com o desenvolvimento sustentável.
Ambos movidos pela solidarização do crescimento.
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