quarta-feira, 22 de maio de 2013

Minha empresa é uma mãe


Por ser maio o mês das mães e estarmos ainda enternecidos em agradecer o dom da vida à pessoa que mais nos ama, é interessante analisar dentro do ambiente corporativo ao qual pertencemos, se nossa empresa nos valoriza como uma mãe desenvolvedoras das nossas potencialidades ou atua simplesmente como uma mãe complacente.

Numa corporação com horários e tarefas bem definidas, estrutura organizacional compatível, ambiente agradável e respeitoso, investimento em capacitação profissional, salário e benefícios garantidos ao final do mês, sentimo-nos valorizados e nossa motivação é esfuziante a ponto de nos sentirmos diretamente responsáveis pelos sucessos e fracassos da empresa.

Defendemos seu nome, e temos orgulho das suas conquistas, não queremos que se envolva com empresas sem credibilidade, zelamos para que sua base seja firme e que avance realizando feitos grandiosos, tendemos a encarar a empresa como nossa e a estarmos sempre satisfeitos e auto-motivados.

A empresa moderna prima pela equação do equilíbrio. As instituições têm sim obrigações para com seus colaboradores e estes têm compromissos que vão além das atividades cotidianas. Espera-se da empresa ambiente adequado, políticas de remuneração e promoção bem definidas e ações internas que propiciem a inovação, a criatividade e o desenvolvimento diuturno do colaborador.

Com essa receita não será nenhuma surpresa que seus colaboradores sejam proativos, auto-geridos e participativos em questões que vão além da sua “caixinha funcional”, ou seja, que tenham compromisso full time.

A partir do auto equilíbrio funcional entre coorporação e colaborador será possível que ambos, empresa e empregado superem a atividade funcional e passem a contribuir com o desenvolvimento sustentável. Ambos movidos pela solidarização do crescimento.