quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O bom líder

Ter controle emocional, dominar o próprio ego, entender que a organização está acima de qualquer coisa, são algumas características do bom líder, além de entender de pessoas, ter uma percepção aguçada de comportamento humano, e ter seguidores. Entretanto, qualquer pessoa pode desenvolver a habilidade de liderança. “Há milhares de livros e centenas de treinamentos que buscam desenvolver essa habilidade. Porém, um profissional moderno tem que se preocupar não apenas em ser um líder, mas em ter habilidade de ser um líder coach, que reúne as características principais do líder, de inspirar pessoas a trilhar um caminho de sucesso e também contribuir para o seu crescimento e crescimento da organização”. Idade certa para assumir um cargo de liderança não existe. Sulivan, por exemplo, diz que conhece excelentes líderes com 22 ou 23 anos, e péssimos com 45 anos ou mais. Villela lembra ainda, que Alexandre, o Grande, foi um grande líder e conquistou o mundo com apenas 16 anos. Para identificar se o profissional está pronto para assumir um cargo de liderança, diversos fatores devem ser levados em consideração, e o acompanhamento diário e pessoal são os principais aliados. “A identificação de um líder está nos pequenos detalhes, e não no macro. São atitudes, comportamentos, ser aquela pessoa que compartilha, que não retém informação só pra ela, que é amiga do grupo - sem exageros, e que tem uma postura ética e profissional. Mas, é raro encontrar um líder hoje em dia. A preocupação das pessoas é muito mais em ter, não em ser, o que faz com que elas não tenham postura ética de líder, como, por exemplo, de assumir responsabilidades quando erraram”. Mas ao contrário do que muita gente pacredita, não há nada de errado em pessoas não almejarem cargos de liderança, é uma questão de valores que não podem ser julgados. Resalta-se ainda, que a vida é feita de escolhas e que as pessoas devem buscar a sua realização profissional: “o que deve ser buscado é a felicidade na profissão, já que gastamos a maior parte do dia trabalhando. Independente se você é um líder ou tem a ambição de ser um, o mais importante é que nossos talentos sejam utilizados na potencialidade máxima. Só assim as pessoas se sentem plenamente felizes”. Fonte: Jornal Carreira & Sucesso

terça-feira, 25 de maio de 2010

Use o ENEAGRAMA a seu favor!

Saiba um pouco sobre cada linha do eneagrama e identifiqui-se... O comportamento número um é a da perfeição: é uma pessoa que toda vez que olha para alguma coisa, a primeira coisa que salta aos olhos dela é o que não está perfeito, aquele detalhe. Internamente o crítico dele para com ele mesmo é muito alto. Então é claro que ele vai criticar as outras pessoas, mas no fundo, o que está querendo é ajudá-las a atingir a perfeição. O número dois é o da presteza, que está sempre preocupado no que está faltando para o outro. Mesmo que não for requisitado, a pessoa com esse comportamento vai quase que invadir o espaço do companheiro para verificar se está precisando de auxílio. A pessoa com a característica da presteza vai cuidar tanto dos outros que tem dificuldades de olhar para dentro de si próprio. A performance é o tipo três, uma característica de desempenho. A pessoa só acredita que vale alguma coisa se tiver sucesso ou se fizer algo produtivo o tempo todo. Digo que o tipo três deixa de ser um ser humano para se tornar um “fazer humano”. Ele vai trabalhar o tempo todo, sempre em busca de uma meta, uma conquista, e isso jamais termina. A personalidade quatro é a profundidade, um tipo que concentra a maioria da energia dele no coração, no centro emocional. Essa pessoa possui variações emocionais muito grandes. Ela tem facilidade com relacionamentos, mas por outro lado tem uma tendência a achar que sempre está faltando alguma coisa. Já a cinco é chamada de privacidade, do observador. Ao contrário do quatro, que concentra a energia no coração, o cinco concentra a energia dele no intelecto, é o mais racional de todos os tipos. Gosta de olhar as coisas de fora, tem um tendência a ficar um pouco mais quieto e não gosta de ser invadido. A pessoa com essa característica acredita que se for invadida, as pessoas irão exigir dela mais do que ela pode oferecer. O tipo seis, que é o da precaução, é muitas vezes chamado de pessimista. Na família ou no ambiente de trabalho a pessoa é vista dessa forma. As palavras preferidas dela são “e se?”. Na verdade, ela perde contato com a fé divina, desacredita que há uma força maior que vai fazer as coisas darem certo. Então ela utiliza muito mais a mente dela para imaginar cenários no futuro. Sempre imagina o pior, porque pensa que se precaver o pior, estará seguro. O prazer é caracterísitca do tipo sete. É uma pessoa que o tempo todo quer ter estímulos prazerosos, faz muitas coisas ao mesmo tempo, está sempre alegre, pensa muito rápido, e com uma ideia de que nunca entre profundamente em nenhum âmbito da vida dela. É superficial. Ela não se compromete, pois acredita que a vida limita e frustra as pessoas. Ela acha necessário manter alternativas abertas para evitar a frustração. A característica número oito é o tipo do poder, do patrão. É aquela pessoa que fala mais alto, que encara os desafios de frente e “compra a briga” dos outros. Normalmente é incompreendido porque é muito direto e assertivo e as pessoas podem interpretar que ele está incomodado com algo por esse tipo de comportamento. Mas na verdade não, a maneira dessa pessoa se colocar é assim. O tipo oito perde o contato com a fragilidade e fica o tempo todo “armado”. O número nove é o comportamento da paz. É o tipo que originou todos os outros, segundo a teoria do eneagrama. É aquele tipo que, se observado de fora, aparenta ser o “topa tudo”, e estar sempre de bem com a vida. Com isso, ele desenvolve uma personalidade em que acredita que não pode entrar em conflito. Para tentar manter uma harmonia, essa pessoa tem enorme dificuldade em dizer não e as atividades dele são muito mais priorizadas com base nas atividades dos outros.